9 julho 2014

O Lado B da Maternidade. Aquele que ninguém te conta sabe? Eu conto tudo aqui!

baby blues

Oi pessoal, como estão?

Esse post de hoje vai ser especialmente para falar porque fiquei tanto tempo longe do blog. 

Depois que a Sophie nasceu, a minha vida mudou de uma maneira que eu nunca, na minha vida, em sã consciência, achei que poderia mudar.

Aquela Roberta que antes aqui escrevia, não existe mais. Mas deu lugar a uma nova Roberta, mais madura, com mais amor, mais paciência e que descobriu que a vida pode ser muito mais interessante quando se vive a maternidade. Mas vou contar o que aconteceu comigo para que eu descobrisse essa nova versão…

O que talvez ninguém saiba, sobre quando se fica grávida pela primeira vez  (assim como eu não sabia) é o tenebroso LADO B da maternidade.

Começou no hospital, logo após o parto, quando ainda estava sob cuidados de um batalhão de enfermeiras e não sentia minhas pernas por causa da anestesia. O que aconteceu? O que eu sentia?

Culpa, medo… Já dizia a frase popular: Quando nasce uma mãe, nasce a famosa culpa.

Mas a minha culpa era por não sentir absolutamente nada. Aquela estoria que muita mãe conta por ai falando que morre de amores pelo filho que acabou de nascer pra mim e pura balela. Como se pode amar alguém que não se conhece? Ta bom, eu a carreguei 9 meses na minha barriga. Senti as emoções SIM da gravidez. Mas tudo era diferente agora. Era REAL.

Eu tinha virado mãe, meu marido pai, minha mãe era avó, meu irmão tio e padrinho dela. E todos felizes e eu sentindo a bendita culpa de não estar feliz e celebrando. Porque meu Deus? O que estava acontecendo comigo.

Me lembro que no penúltimo dia de hospital, meu marido desceu para registrar ela e ficamos só nós duas no quarto. Ela começou a chorar e se acalmou com o simples soar da minha voz. Naquele momento foi que desabei.

Como um ser tão pequeno, tao frágil, era tão dependente de mim? Ali caiu a ficha do tamanho da responsabilidade.

Porque diabos nunca ninguém me contou que isso poderia acontecer? Foi absolutamente frustante pra mim.

Mas a coisa piorou quando chegamos em casa. Dali pra frente, era só choro. Cansaço. Noites nem mal dormidas, eram noites não dormidas.

Ela trocou o dia pela noite. Eramos zumbis em forma de pessoas. Ha essa altura eu já não sabia mais quem eu era. Parecia que tinha perdido minha vida. E que ela agora se resumia a trocar fraldas (e muitas e muitas fraldas), amamentar, por pra arrotar (os intermináveis 20 minutos de pé) e assim era o ciclo durante o dia que nao tinha 24hs, parecia ter 98hs.

Eu nao entendia como poderia ter chegado nesse ponto.

Sabe quais eram os pensamentos? Porque fui inventar de ficar gravida, por favor, devolvam minha vida. Quero sentar no sofá e ver seriados, quero dormir, meu Deus, preciso dormir.

E pra agravar ainda mais a situação, eu so queria meu marido. Nao queria minha mae, nem sogra, nem ninguém. E mesmo  praticamente sem me aguentar em pé, só eu podia cuidar dela. E meu marido. Mais ninguém.

Era um sentimento louco.

Ah, e no meio disso tudo, dos 8 kilos engordados na gravidez, eu ja havia perdido 15. E estava magra, feia, as roupas nao serviam. Para algumas mulheres que isso seria um sonho, pra mim o pesadelo estava acabando comigo.

Eu procurei ajuda, a Pediatra da Sophie (que farei um post especialmente falando dela) e minha GO Dra Luciana (que tambem falarei dessa cegonha maravilhosa) me deram uma luz. Eu só escutava: Calma, tudo isso vai passar. E eu so me perguntava: Ta bom, mas quando?

Foi quando a Katia Ouang, do blog Minhas Dikas, foi a pessoa mais generosa que falava comigo todos os dias. Ela me falou do lado B e dizia que cada dia ia ser melhor, que ela iria me amar por tudo que eu fizesse (escrevo essa parte com lágrimas nos olhos).

E a Renata Costa, do 4maes, me disse a seguinte frase quando eu disse que não sabia o que estava acontecendo:  – O que aconteceu Rô, é que você aumentou o tamanho do seu coração. E disse que em 15 dias iria passar. Mais uma vez eu me despedacei.

Outro anjo, que hoje e minha amiga pra vida, foi a Marcelle Caruso. Foi ela quem me deu a primeira caixinha de Equilid. E a partir da li a vida foi dando um UP a cada dia.

Os dias foram passando e eu fui descobrindo uma alegria que não cabia em mim, um amor que ao contrario do que algumas pessoas diziam, não era tao louco assim. Mas esse mesmo amor ia crescendo a cada dia. Fui acompanhando o crescimento, as descobertas e mais do que isso, me dei conta sim do tamanho da responsabilidade que tinha pela frente, mas que ela foi um presente, uma benção de Deus em nossas vidas. E que eu ganhei uma companheira pro resto da vida.

Vi meu marido se transformar no melhor pai do mundo, e também, o melhor marido que eu poderia ter. Quero que ele saiba todos os dias o quanto ele foi fundamental pra mim nesses dias que foram os piores da minha vida. Se não fosse ele, ali, com todo cuidado, amor e paciência (nunca vou esquecer um dia que estava no banheiro parecendo uma morta-viva e ele me deu banho, lavou os meus cabelos e meu deu almoço. Que ser-humano incrível. Obrigada meu AMOR!

Fiz esse post não para ser julgada, mas porque tem muita gente que sente isso e não tem coragem de falar. Se eu tivesse alguém que pudesse ao menor ter me alertado disso, talvez tivesse sido diferente. Por isso hoje eu falo, para todas as amigas e até para quem eu não conheço.

A Sophie não dormiu nunca uma noite inteira em seu primeiro ano de vida, na verdade, ela dormiu pela primeira vez, na vespera de completar 1 ano. Era sempre uma expectativa de que o portal do sono se abrisse aqui em casa rs (foi om 3,6,9 meses…e nada) e acho que se abriu quando ela completou mesmo 1 ano.

Hoje ela esta com 1.4 meses, e as coisas melhoraram por aqui. Ah fazemos cama compartilhada SIM, porque eu nao conseguia acordar um milhão de vezes a noite. Mas querem saber? Eu adoro.

Ela esta se tornando uma mocinha linda, esperta, sapeca e muito inteligente. E a cara do papai rss..

Sabe o que eu ganhei depois de tudo que passei? Uma mini pessoa grudada em mim. Tudo é mamãe, mamãe e quando olho pra ela vejo aqueles olhinhos cheio de AMOR pra dar. Ela é toda carinhosa.

E por isso tudo valeu a pena.

Ela é o amor da minha vida, que me ensinou a ser uma pessoa melhor, mais paciente e mais amorosa.

O nosso caminho esta apenas começando, mas eu já estou amando tudo que estamos vivendo!

Estou feliz de ter compartilhado tudo isso com vocês. De certa forma me tirou um peso das costas e do coração!

Até a próxima! Um beijo grande.

NOS3

 

 

 




20 Comentários

  1. Elaine Volpato disse:

    Roberta,

    Li esse blog com lagrimas nos olhos… Sao coisas que sempre passaram pela minha cabeca e eu sempre me senti muito egoista por nao ter coragem de abrir mao do meu sono, da minha vida. Hoje, pensando em engravidar e comecar a minha familia, nao paro de pensar em depressao pos parto, nao saber o que fazer… ficar irritada quando a crianca chorar… pq sei que isso vai acontecer… é lindo ver o sistema de apoio que voce criou com as suas amigas e quanto voces se ajudam!

    Parabens pelo trabalho lindo, pela nenem maravilhosa e boa sorte em tudo que vier pela frente!

    Virei fa do blog e vou estar sempre de olho!!!

    Beijos!

    • Roberta disse:

      Oi Elaine tudo bem?

      O Lado B da maternidade acredito que existe pra todo mundo, mas com umas de jeito mais leve, outras como o que eu passei e por ai vai. O que posso te dizer é que eu abri mão disso tudo e hoje sou uma pessoa muito mais feliz. A Sophie alegra a casa, faz bagunça, corre, chora, da beijo, abraço, esta aprendendo a falar eu te amo, e por tudo que eu relatei, que foram os piores momentos, hoje eu sou extremamente completa e feliz. E outra verdade é que quando nos tornamos maes, descobrimos uma força de outro mundo para fazer tudo que precisa ser feito. Com sono, cansada, com fome…. nao importa, você dará conta. E a cada dia a maternidade se torna mais leve e você mais forte! Você vai ver que tudo isso que você pensa hoje nao fará o menor sentido. Ser mãe e pagar a lingua todos os dias rss… vai se lembrar disso que seu bebe nascer rs. E você sera uma mae maravilhosa!!!! Quando engravidar me conta. E se precisar de qualquer coisa, estou aqui. Bom falar com voce de novo! Um beijo grande!

  2. Sandra Vicente disse:

    Rô, você disse tudo! Eu senti exatamente isso quando a Ana Beatriz nasceu, me sentia culpada também por não sentir aquele amor logo de cara. Ninguém me avisou também que isso ia acontecer. Foram dias difíceis, mas superei. Chorei muito.
    Mas passou, é incrível como passa!
    Fui aprendendo com ela dia a dia. Ela me ensinou a ser paciente e a amar incondicionalmente!
    Parabéns pelo texto! Amei!
    Beijos
    San

    • Roberta disse:

      Oi San,

      Só nos sabemos o que passamos e o que sentimos, e o quanto é difícil os primeiros meses. Tudo e novo e assustador. Mas a verdade e que tudo passa. E eles chegam em nossa vida para nos ensinar a cada dia e ver um mundo novo sendo descoberto nos faz acreditar em um mundo melhor pra eles! Obrigada por compartilhar comigo, fico feliz de verdade em saber que compartilhamos das mesmas angustias e também das mesmas alegrias! Beijo grande

  3. Marcelle disse:

    Amiga querida, que bom ver vc de volta ao blog ! Me lembro ainda dobdia em que me contou sobre a gravidez , depois que a tão sonhada menina estava a caminho. Ai fizemos os enxovais juntas, dividimos a ansiedade e depois que nossas pequenas chegaram, os vários passeios juntas. Me lembro do dia em que chegou lá em casa, super magra, dias após o parto e isso me preocupou. Como eu já tinha passado por tudo isso, minha segunda vez foi bem mais leve, menos cobranças, e por isso pude perceber que vc estava passando pelo que eu já tinha passado. Não sou médica, mas aquele remédio milagroso, me tirou parte de uma enorme ansiedade. Essa é a palavra… Ansiedade por não saber nem como seria aquela noite, muito menos, os anos seguintes. Mas vc deu a volta por cima e ai está ! Uma mãe zelosa e apaixonada e mãe de uma pequena encantadora e carinhosa. Isso ai, amiga…. Tudo se acerta! A gente entra no rumo certo, se acalma e começa a curtir a maior aventura da vida ! Ser mãe ! Amo vc ! Bjs

  4. Isabela Machado disse:

    Adorei o seu depoimento. Comigo foi exatamente o mesmo sentimento, e eu realmente achava que nunca mais seria feliz na vida. Meu filho hoje tem 1 ano e 3 meses e sou a pessoa mais feliz do mundo! Parabéns pelo post!

    • Roberta disse:

      Oi Isabela, tudo bem?

      O que me deixa feliz e ler esse comentário e assim como eu, os dias ruins passaram e deram lugar a muita alegria! Nossa casa é muito mais feliz mesmo mudando a decoração neh? Obrigada por compartilhar. Beijo grande

  5. Danielle disse:

    Olá!!!!
    Estou aqui sentada com minha filha de 5 meses lendo seu post e chorando de emoção.
    Parabéns pela coragem de dizer a verdade sobre o que realmente acontece depois que temos um filho.
    Me identifiquei com quase tudo que você descreveu.
    Minha filha é um anjinho, dorme desde os 2 meses a noite toda e até agora esta rotina tem se mantido.
    Lavínia, é uma criança de personalidade e já demonstra as coisas muito claramente quando não a agradam.
    Esperei a gravidez da minha filha por mais de 2 anos, e ela foi muito desejada. No entanto, ng nos fala realmente o que é a maternidade.
    No meu caso, não tenho ng que ajude eu e meu marido com ela, muito menos com nossa casa.
    Fazemos tudo sozinhos e após estes 5 meses, estamos realmente esgotados.
    Não temos tempo para nós, nossos dias se resumem aos cuidados com ela, e com nossos afazeres com a casa. Não é fácil.
    Amo incondicionalmente minha filha, certamente, para mim é o maior amor do mundo, sinto que a cada dia ele cresce de forma absurda.
    Fico sempre vendo algumas mães blogueiras, nada contra, mas que se dizem cansadas, sendo que tem empregados em casa, para cuidar de seus bebês e dos afazeres domésticos
    Não entendo…
    Queria muito conversar com vc se possível fosse, assim como vc fez com a Katia.
    Em alguns momentos bate um desespero sabe, não sei para onde correr. O que sei é minha filha precisa de mim, e eu preciso dela a cada segundo.
    Mais uma vez parabéns pela coragem!!!!!!!!!
    Bjs em sua linda família.

    • Roberta disse:

      Oi Danielle,

      Eu super te entendo. Apesar de ter tido ajuda, eu nao queria naquele momento. Era um sentimento louco, mesmo exausta, nao conseguia entender porque tudo aquilo estava acontecendo. Cuidar de um bebê demanda muito de nós, eles sao dependentes da gente pra tudo. E tem horas que só a mae resolve, mesmo o papai ajudando. Desejo que você encontre forças para equilibrar tudo na sua casa, para que seja mais leve e que você saiba que pro que precisar, pode contar comigo e com o blog. Se quiser, me escreva, terei o maior prazer em te ajudar. Um beijo grande !

  6. Daniela disse:

    Boa tarde. Me identifiquei com o texto todo, apesar de ser mãe pela terceira vez. Tenho uma bebe de 2 meses, e dois meninos, um de 3 anos e outro de 2, isso mesmo, uma escadinha… e quer saber, a maternidade dessa vez veio com um peso enorrrrme… por um lado a alegria de ser mãe de uma menina, que era meu sonho de infância, rs… e por outro a frustração de começar td de novo, e ainda por cima ela é uma bebe super exigente… mto difícil fazer ela dormir, passo o dia td com ela no colo, ou dormindo, ou chorando… rs… e ainda de quebra tenho os outros dois q são praticamente bbs tb!!! Nossa, tem sido mto difícil, e a frase “vai passar” se tornou meu mantra! É sempre bom ver relatos de mães q passam por situações iguais as nossas… me faz ver q não sou só eu q tenho dificuldades de adaptação… Parabéns pelo texto!!!

    • Roberta disse:

      Oi Daniela tudo bem?

      Pois eh, veja você com toda essa trupe linda e mesmo no terceiro filho você relatando que não é fácil. Criança não vem com um manual, se viesse seria muito bom, mas aprendemos no dia a dia, na raça, com o instinto maternal que aflora em nós. E alem disso, cada criança é de um jeito. Aprendi a viver cada dia de cada vez, e pensando que cada dia seria melhor. Desejo Força a você, o mantra sobre que tudo vai passar, passa mesmo. Eu quis contar porque a verdade e que ninguém tem coragem de assumir o que sente, e quando se vê, esta com uma grande DPP. Tudo de bom pra você e para sua família! Um beijo grande.

  7. sheila disse:

    Lindo Ro…. chorei….

    Parabéns vc se tornou uma mãe maravilhosa e meu irmão um verdadeiro Paizão msm…
    amo vcs…
    E a Sophie… ah, a Sophie uma princesa linda… amooo D+
    ♡♥♡♥

    • Roberta disse:

      Oiee!

      Talvez vocês nao sabiam de tudo que eu tinha passado. Mas foi isso rs. E agora estamos mais felizes do que nunca!
      Obrigada por todo carinho e amor com ela!
      Amamos vocês!
      bjs

  8. Chorei com seu depoimento e me vi em muitos trechos. Realmente não estamos preparadas mas acho que só passando pra saber. O Matheus teve amarelo e precisou ficar mais 3 dias, e foi no quarto dia doa nascimento, quando me disseram que eu ia ter alta que me descobri apaixonada e chorei desesperada. Tb estava preocupada de não amar, até pq eu queria uma menina. Mas é o amor mais incrivel que ja senti, ele tá com 2 anos e 9 meses e é meu motivo de viver. Bjão

  9. Marcella Rahal disse:

    Oi Roberta, tudo bom!

    Gostei muito do seu post sobre o “lado B” da maternidade, vivi e conheci todos os sentimentos de frustração e medo e insegurança que nós mães de primeira viagem passamos, tbm me senti perdida por nunca ter escutado nada disso antes, as mães sempre me pareciam radiantes com seus bebês, e eu estava lá, triste, cansada e com um nó na garganta que por 10 dias me tirou a fome, e para ajudar, um inverno gelado daqueles de doer.
    Para vc ter noção, no 1 dia que chegamos em casa, eu liguei 8x para conversar e tirar dúvidas com as enfermeiras da maternidade, (hoje eu consigo dar risada disso, rs) mas, o pior de tudo, era quando anoitecia, a minha tristeza, era olhar a noite lá fora, e saber que eu tinha uma noite inteiiiira pela frente…
    Dia 19-07 meu principe completa 1 ano, cheio de saúde, e eu só tenho a agradecer a Deus por esse presente, que mesmo no meio de tantas lutas, encheu a nossa casa de amor.
    Grande beijo!

    • Roberta disse:

      Oi Marcella,

      Os dias pareciam intermináveis neh? Eu sentia o mesmo que você. Quando a noite ia caindo me batia ainda mais a tristeza, de saber que eu conseguiria dormir no máximo 1, 2 horas. E la começava tudo de novo. Hoje eu também dou risada do que eu passei rs, mas foi um grande aprendizado e com certeza nos torna mais fortes! Afinal, somos mães! :)

      Beijo grande

  10. Isabel Roque disse:

    Perfeito…é isso mesmo…uma confusão de sentimentos. Tenho 2 filhos, hj um com 18 e o outro com 7 anos. O segundo fiz tratamento para engravidar, ela louca para ter o segundo filho e qdo veio…esse lado B da maternidade foi muito ruim tb…mas passou e não me arrependo de nada.

  11. Luciana disse:

    Incrível! Parabéns por colocar em linhas os que os 12 primeiros meses representam em nossas vidas. Ser mãe é mesmo demais, mas com ela vem sentimentos que realmente ninguém conta e, na minha opinião, porque se esquecem, afinal os maus momentos se vão e fica a ternura, o novo amor e tudo que os filhos trazem =)
    Bjs querida!!!!

  12. Oi Roberta,
    Fiz uma resenha sobre o livro a máscara da maternidade, de Susan Maushart, que você pode conferir neste link http://verdemamae.blogspot.com.br/2014/08/livros-para-maes-mascara-da-maternidade.html.
    O livro é ótimo e fala um pouco sobre esse lado B da maternidade, dentre outras questões maternas. Você já leu? Além disso, cito esse seu relato lá no post. Se tiver um tempinho, confere lá.
    Um grande beijo,
    Jaqueline Lima
    http://verdemamae.blogspot.com.br/

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